Categoria: Viagens

  • Alicante: roteiro de uma escapadinha à Costa Blanca

    Alicante: roteiro de uma escapadinha à Costa Blanca

    Principalmente conhecida pelas suas praias, Alicante é uma cidade inserida na comunidade Valenciana, banhada pelas águas mediterrâneas.

    não só de praia é feito este pedacinho de Espanha, talvez por ter visitado no inverno, consegui prestar mais atenção a outros locais de interesse.

    Passeig Esplanada d’Espanya

    Explanada de España

    Uma rua/passeio cujo formato dos chão em mosaicos, que em muito faz lembrar a calçada portuguesa é destaque.

    Cerca de 6,6 milhões de mosaicos de 3 cores dispostos em formato de onda, tornam este num local com uma beleza muito peculiar.

    R.L.Casino de Alicante no Passeig Esplanada d’Espanya

    Ao longo da sua extensão, é possível admirar também a beleza dos edifcios que a ladeiam como o Royal Casino de Alicante, o Hotel Gran Sol, Casa Alberola e claro a Casa Carbonell.

    Casa Carbonell

    Localizada no final da Explanada de España é um edificio que dificilmente passa despercebido. Construído em 1925, o nome remete para o empresário têxtil Enrique Carbonell que quis que este fosse mais notável que o edifício do lado, o Hotel de Palas.

    Platja El Postiguet

    Quando visitei Alicante era ainda inverno mas ainda assim quase fiquei tentada a dar um mergulho naquelas águas. A verdade é que não é por acaso que este é um destino muito popular no verão, pois tem algumas praias magníficas.

    Uma das praias mais populares é a Platja del Postiguet – próxima ao Castelo de Santa Bárbara prolongando-se paralelamente ao Passeig Esplanada d’Espanya. Esta é uma praia de areia branca e mar até perder de vista e que ao longo do ano parece ser bastante popular com várias e diferentes atividades.

    Mont Benacantil & Castillo de Santa Bárbara

    Mont Benacantil

    Situado no Mont Benancatil encontramos o Castillo de Santa Bárbara a uma cota de 166m de altitude.

    Por consequência de ter sido conquistado no dia de comemoração da Santa Bárbara, este castelo do séc.IX recebe esse mesmo nome.

    O castelo está muito bem preservado – as ruínas mais antigas datam do séc.XI e XII, sendo que grande parte foi apenas construída na Idade Média.

    Vista desde o Castelo

    Durante anos foi usado para atividades militares, tendo até alguns locais servido de prisão. Aberto ao público desde 1966, a sua localização única oferece uma vista priveligiada sobre a cidade e o mar, à qual é impossível passar indiferente. Pode ser subido a pé ou por elevador desde a Praia del Postiguet (custo cerca de 2,70€).

    No Topo, além da vista PRIVILEGIADA serve também de ponto de rede de TELECOMUNICAÇÕES
    O por do Sol desde o Castelo de Santa Bárbara

    Bairro de Santa Cruz

    O Bairro de Santa Cruz surge como que uma agradável surpresa numa das ruas ao subir em direção ao Castillo de Santa Bárbara.

    As casas coloridas tornam este num dos locais mais pitorescos – com especial destaque para algumas casas mais divertidas como a casa dos vasos azuis. É impossível ficar indiferente e não tirar uma foto.

    Basilica de Santa Maria

    Situada em pleno centro histórico, a Basilica de Santa Maria é considerada a igreja mais antiga de Alicante.

    Construída sob os restos de uma mesquita foi erguida nos séc. XIV e XVI, após a consquista cristã. Esta igreja de estilo gótico, está construída sob uma muralha medieval dando o seu aspeto mais compacto e robusto.

    Mercat Central d’Alacant

    O maior mercado da cidade, está em funcionamento desde 1921. Um edificio com 2 pisos onde podemos encontrar produtos frescos como legumes, fruta ou peixe. Curiosamente, este edificio parece-se mais com uma estação de comboios que com um mercado.

    Cocatedral de Sant Nicolau de Bari d’Alacant

    Fachada Oeste da Catedral

    Construída sobre uma antiga mesquita entre 1613 e 1662, esta igreja foi elevada a catedral em 9 Março de 1959 pelo Papa João XXIII. Este é um dos exemplos da sobriedade da Renascença, Ainda que como tantas outras, os estilos misturam-se devido a várias obras que vão sofrendo de tempos em tempos. O claustro original por exemplo data do séc. XV em estilo gótico valenciano.

    A sua cúpula azul destaca-se entre a paisagem de Alicante (como por exemplo quando vista do Monte Benancantil).

    El Carrer dels Bolets

    Esta rua é particularmente famosa entre os miúdos, sendo uma autêntica delicia para todos que por lá passam.

    O verdadeiro nome da rua é Calle San Francisco mas devido aos cogumelos em formato gigante ficou conhecida por ” El Carrer dels Bolets” (Rua dos Cogumelos).

    Os cogumelos surgiram como que uma solução para transformar esta rua pouco segura e com má fama num dos locais de visita obrigatório.

    Ao longo da rua, é possível encontrar vários cogumelos em diferentes formatos, como pequenas casinhas ou escorregas permitindo aos mais pequenos divertirem-se.

    Além dos cogumelos, por aqui existem pequenos cafés e comércio tradicional, tendo sido por aqui que aproveitamos para comprar algumas lembranças.

    Ajuntament d’Alacant

    Um edificio do séc. XVIII em estilo barroco distingue-se pelas duas torres de 41m cada é o edificio que por cá equivale aos passos do concelho ou da câmara municipal.

    Este edificio detem algumas curiosidades, tais como a Cota Cero: que marca o nível zero de altitude sobre o mar ou uma estátua de Salvador Dalí no mesmo local.

    Salas como Salón Azul, Salón de Plenos e a capela, são também alguns dos pontos de interesse deste local.

    Refugios Antiaéreos

    Uma memória da guerra civil espanhola. Pela cidade diz-se encontrar mais de 90 refúgios que durante 1936-1939 ajudaram a salvar várias pessoas. Alguns deles são possíveis de visitar, sendo necessário agendamento prévio. Saibam mais no site de Refugios de Alicante.

    Outros locais e curiosidades

    Sem dúvida o melhor de Alican é encontrar pontos de interesse em várias zonas – enquanto procuramos pontos turísticos. De uma forma ou de outra, sempre surgia um azulejo ou uma fachada na qual nos demorávamos mais. Ficam aqui algumas fotos desses locais.

    Como chegar, restaurantes e estadia

    Desde Portugal, há duas formas de visitar a cidade: carro ou avião. Desde o Porto, há voos diretos para Alicante, Aeropuerto Elche Miguel Hernandez. De carro, ainda são umas horas, pelo que sem duvida cada uma das opções tem pros e contras.

    Resumindo: comi muito bem e em conta em Alicante e recomendo todos os que visitei:

    • Asador La Estancia – cozinha típica Argentina. Além da comida ótima o atendimento foi incrível com muita boa disposição;
    • Pis-Pas Luceros – esplanada ótima para dias mais quentes;
    • Alma del Sur – peixe frito em cartuchos. Devido ao espaço pequeno, nem sempre poderá haver oportunidade de ter mesa livre dentro;
    • CivitaVecchia Pizzería – uma ótima surpresa não muito longe do hotel com comida italiana

    Abaixo fica o carrossel com fotos de cada um dos mesmos.

    Para quem gosta e quer conhecer restaurantes de estrela Michelin, há várias opções em Alicante.

    Fiquei no Hotel Maya Alicante, numa zona não tão próxima da praia, mas ainda assim com restaurantes e o shopping perto (Centro Comercial Plaza Mar 2).Apesar disso, o local estava muito bem servido de transportes públicos, quer metro quer autocarro para chegar a vários locais de interesse.

  • Visita a Auschwitz I e Auschwitz II-Birkenau

    Visita a Auschwitz I e Auschwitz II-Birkenau

    Auschwitz foi um campo de concentração da Alemanha Nazi. É assim que muitos polacos relembram àqueles que visitam, não deixando esquecer aquele que foi um dos capítulos mais negros da História mundial.

    Estima-se que um total de 1,3 milhões de pessoas tenha morrido nos campos que faziam parte do complexo de KL Auschwitz na Polónia.

    Entrada de Auschwitz II - Birkenau
    Entrada de Auschwitz II-Birkenau numa altura que se assinalam os 80 anos da libertação

    Nazismo e início da II Guerra Mundial

    A tomada de poder do partido Nazista (NSDAP) na Alemanha em 1933, por Adolf Hitler marcou o início de um dos períodos mais negros da História Mundial.

    A doutrina defendida pelo nazismo, que é uma forma de fascismo, não acredita num sistema democrático. O nacionalismo extremista foi fortemente influenciado pela derrota da Alemanha no final da I Guerra Mundial. Este tinha como objetivo fazer frente a outras ideologias políticas.

    O nazismo defendia uma segregação racial, sendo que alemães (denominados raça ariana) seriam os superiores, promovendo a união entre si e excluindo os outros povos estrangeiros.

    A ideologia assente numa doutrina de expulsão de seres considerados inferiores pelos Nazis. Este movimento, levou a que muitos fossem perseguidos, não apenas na Alemanha mas nos países e regiões sucessivamente anexadas.

    Ciganos, homossexuais, judeus e até alguns presos de vários países europeus como Hungria, Roménia e até Polónia, foram enviados para campos de concentração. Aqui eram sujeitos a trabalhos forçados sob condições desumanas. Muitos acabariam por perecer ou em ato de desespero, procurar o suicídio.

    A invasão da Polónia pela Alemanha a 1 de setembro de 1939 é considerada o ponto inicial da II Guerra Mundial. Esta guerra opôs vários países e nações do lado dos Aliados ( União Soviética, Estados Unidos, Reino Unido, China, entre outros) contra os países do Eixo (Japão, Alemanha e Itália até 1943).

    Porquê Auschwitz?

    A localização geográfica desta pequena cidade, no meio de países anexados aliado à rede de comboios já existente na zona, tornou Oświęcim no local ideal para concretizar os planos Nazi.

    Auschwitz II-Birkenau

    Este campo de concentração surgiu depois do primeiro, Auschwitz I que falo mais à frente e surgiu para albergar várias categorias de prisioneiros e funcionar como campo de extermínio.

    De acordo com o confirmado no julgamento de Nurenberga, Himmler deu ordens para este funcionar para a “solução final do problema judeu”, a exterminação de judeus como povo.

    Ainda é possível ainda visitar alguns barracões onde é notória a ausência de qualquer conforto e onde não é difícil imaginar a dureza do dia a dia. Muitos foram destruídos, devido em parte à tentativa falhada de nazis eliminar provas dos seus crimes (incluindo de um armazém de pertences pessoais dos prisioneiros). É possível pelas inúmeras placas e inscrições ter ideia onde e em que circunstâncias ocorreram algumas das situações durante este período negro.

    Um dos locais destruídos mas onde outrora existiu um barracão de madeira onde 200 crianças se mantiveram prisioneiras e sujeitas às experiências de Mengele

    De entre todos, o que mais me marcou foram locais onde mulheres e crianças eram sujeitas a várias experiências médicas, culminando no seu sofrimento e morte.

    Auschwitz I

    Aqui é onde se encontra a famosa (e irónica!) inscrição Arbeit Macht Frei – que significa o trabalho liberta. É aqui onde se encontra o museu do Holocausto, onde se inclui vários pertences dos prisioneiros e fotografias que ajudam a entender um pouco melhor do que aqui se passou.

    Um facto curioso, é o “B” na inscrição estar invertido. Este é visto como um símbolo de resistência . Mesmo com todas as adversidades e dureza do dia a dia, os “prisioneiros” tiveram a audácia de desafiar com este detalhe que passou despercebido durante vários anos.

    A inscrição arbeit macht frei – de notar o “B” invertido.

    Em Auschwitz I é o campo principal do complexo de Auschwitz e foi o primeiro a ser fundado na cidade de Oświęcim. A construção começou em 1940 e os primeiros prisioneiros vieram de Sachsenhausen, na Alemanha, seguindo-se prisioneiros políticos polacos que vieram de Lodz e estavam no campo de concentração de Dachau e de Tarnów.

    Os blocos 10 e 11, assim como a parede entre os mesmos, acabam por ser os locais de destaque deste local.

    Num desses locos, o bloco 10 era onde eram feitas várias experiências médicas muitas sob a supervisão de Dr. Josef Mengele, conhecido por “Anjo da Morte”. Muitas dessas experiências consistiam em esterilizações forçadas e experiencias de hipotermia em adultos, estendendo-se o terror a anões, bebés e gémeos.

    O bloco 11 era conhecido como a prisão dentro da prisão. Aqui num género de bunker, haviam celas destinadas a punições mais severas. Apesar das adversidades, neste local era onde as punições eram ainda piores. Além das celas “normais”, existiam algumas “celas especiais” tais como as celas escuras ou celas em pé, com cerca de 1 metro de largura e muito pouca ventilação.

    Entre os blocos 10 e 11 encontra-se aquele que é conhecido como o “Muro da Morte” uma reconstrução pós-guerra do muro de outrora onde muitos judeus foram executados.

    No bloco 11 foi ainda onde foi feita a primeira experiência com uma câmara de gás improvisada, onde foram mortos 600 prisioneiros soviéticos e 150 polacos com o pesticida Zyklon B. Este acabou por ser o composto amplamente usado nas restantes câmaras de gás, um pesticida à base de cianeto e altamente letal.

    Outros blocos de interesse a visitar:

    • Bloco 4 – onde é possível ver as fotografias de vários prisioneiros e os cabelos, muitos deles usados como fio para tecido de camisolas, impressionante no mínimo!
    • Bloco 5 – pertences pessoais dos prisioneiros, muitos deles imediatamente confiscados à chegada dos mesmos;
    • Blocos 6 e 7 – retratam as condições dos prisioneiros e a vida diária;
    • Bloco 16 e 17 – exposição Hungria
    • Bloco 21 – exposição França
    • Bloco 27 – situações especiais

    Em muitos destes locais não é permitido fotografar, como sinal de respeito àqueles que aqui perderam a vida. No entanto, não deixa de ser brutal a imagem que fica, sobretudo dos cabelos e das celas “especiais”.

    Em cada um destes blocos, além de reconstruções históricas existem também várias fotografias, não só dos prisioneiros (numa fase inicial eram fotografados) mas algumas que demonstram as atrocidades. Infográficos, números e mapas ajudam também a ter uma ideia da dimensão daquilo que foi a realidade.

    Crematorium reconstruído em Auschwitz I

    Outras das imagens mais marcantes são da câmara de gás e crematório, como o de cima em Auschwitz I. No seu interior, duas

    Como chegar? Como visitar?

    Visitei estes locais aquando da estadia em Cracóvia, já que Oświęcim dista menos de 70km da cidade.O total de tempo de viagem acaba por ser cerca de 3 horas.

    A marcação da visita, incluía o transfer desde um ponto de Cracóvia até ao local e o transporte entre Auschwitz e Auschwitz II-Brikenau. No entanto, há possibilidade de chegarem de comboio e autocarro.

    Para mais info sobre a rede de transportes publicos recomendo a app Jakdojade (aqui tirava os bilhetes de autocarro e funciona muito bem na cidade).

    A visita, marcamos já muito em cima e com pena não tinhamos guia já disponível. Ainda assim independentemente daquilo que prefiram, aconselho a marcarem com bastante antecedência no site oficial –visit.auschwitz.org para evitarem filas.

    A duração de visita pode variar dependendo da hora marcada, no entanto, acho que será mais enriquecedora com o guia a acompanhar.

    No meu caso marquei através do Get Your Guide* com a SuperCracow e correu tudo bem (neste caso não conseguimos ter guia durante toda a visita e foi necessário sair de madrugada, para garantir bilhetes do dia).

  • Alto Douro Vinhateiro: o que fazer e visitar no Pinhão

    Alto Douro Vinhateiro: o que fazer e visitar no Pinhão

    Ao falar do Pinhão, a mente viaja imediatamente para paisagens do Alto Douro Vinhateiro de tirar o fôlego com o rio a serpentear os socalcos onde crescem as uvas do não menos famoso vinho do Porto.

    A paisagem única do Alto Douro Vinhateiro

    A cerca de 2 horas do Porto, encontramos esta paisagem única que faz parte da mais antiga região demarcada (Região Demarcada do Douro) e é também património mundial da UNESCO. Um local ideal para descansar e relaxar, num fim de semana ou apenas escapar ao movimento das grandes cidades.

    Andar de Barco Rabelo

    Os barcos Rabelos são os barcos usados antigamente para transportar as pipas de vinho do Porto entre Gaia e a região vítivinícola. Hoje em dia, são sobretudo usados para o turismo em vários pontos do Rio Douro.

    Durante a viagem é possível admirar a não menos espetacular paisagens das suas margens com os verdejantes socalcos pontilhados pelo branco das quintas de vinho do Porto. Sem esquecer a famosa ponte de ferro que liga as margens de Viseu a Vila Real.

    Do Porto ao Pinhão de comboio na linha do Douro

    A Linha do Douro liga o Pocinho à estação de S. Bento no Porto. Uma viagem de tirar o fôlego já que ao longo da mesma os olhos são constantemente presenteados com os socalcos verdejantes e o azul do Rio Douro. Ótima opção para quem está de visita ao Porto e quer passar 1 dia diferente. Podem consultar horários e mais informação no site da CP.

    Se não fizerem a viagem de comboio, ainda assim não podem perder a estação do Pinhão. Absolutamente incrível, com vários painéis de azulejos  Fábrica Aleluia de Aveiro, que retratam vários cenários da vida quotidiana de quem trabalhava nas vinhas e produção de vinho.

    Fachada de azulejos da estação de comboio do Pinhão

    Dentro da Estação há também uma pequena loja com vinhos e que também funciona como bar. um local perfeito para uma pausa na viagem.

    Trilhos e Caminhadas

    Existem vários trilhos que poderão ser feitos, como o PR20ALJ que liga Pinhão a Casal de Loivos. Este é um trilho de quase 10km em formato circular sendo que se inicia e termina junto à estação de comboio. Pelo caminho é possível parar para admirar a vista num dos vários miradouros.

    Prova de vinhos no Alto Douro Vinhateiro

    Claro que numa região vitivinícola, a prova de vinhos é quase paragem obrigatória. Sendo que aqui são produzidas as uvas para o vinho do Porto, não podem deixar de apreciar e saber mais sobre a sua produção. Aproveitem para saber mais sobre os Tawny e Ruby ou até Vintage, numa verdadeira viagem de olfatos e sabores.

    A maior parte das quintas possuem o seu próprio sistema de reservas de visitas, sendo que aconselho a verem aquela que mais tem curiosidade e marcar. Próximo do Pinhão existe alguns nomes conhecidos deste vinho tais como:

    Quinta da Roeda (Croft Port) vista do Rio Douro
    • Quinta do Seixo (Sandeman)
    • Quinta das Carvalhas (Real Companhia Velha)
    • Quinta da Roêda (Croft Port)
    • Ventozelo Hotel & Quinta

    Road Trip pela estrada N222

    Não menos famosa, é a passagem pela icónica N222, que liga o centro de Vila Nova de Gaia a Vila Nova de Foz Côa. Este percurso é particularmente popular entre os amantes de motas, tendo sempre como fundo as paisagens deslumbrantes do Alto Douro Vinhateiro.

    Ao longo do percurso com quase 230km, é possível admirar a paisagem única e parar em vários locais para experimentar e saborear os vinhos e gastronomia de cada local.

    Onde ficar? Onde comer?

    Durante estes dias fiquei no Socalcos do Douro House e a escolha não poderia ter sido melhor. Ambiente familiar e acolhedor, com uma vista de cortar o fôlego, onde não possuíam muitos quartos, mas que resultou numa incrível experiência. Ainda que seja em Valença do Douro, o Pinhão ficava ali a menos de 10 minutos.

    Claro que outra das opções muito populares no Alto Douro Vinhateiro são as mesmas quintas de produção de vinho do porto, foram também transformadas em hotéis. Podem ver as várias opções disponíveis no Booking.com – foi aqui que descobri o alojamento.

    Em vários dos alojamentos é possível comer (e muito bem!) – sendo que numa das refeições acabei mesmo por fazer no alojamento. A oferta no centro do Pinhão, não é muito variada, ainda assim ficam algumas recomendações:

    • Rufete, ambiente familiar e comida tradicional portuguesa;
    • O Porco, tapas e vinho português ;
    • Seixo by Vasco Coelho Santos, cozinha de autor inspirada nos sabores tradicionais, localizado na Quinta do Seixo;

    Transportes? Como ir?

    Sem dúvida que para quem estiver no Porto e quiser tirar o máximo partido da paisagem do Alto Douro Vinhateiro poderá optar pelo comboio. Ainda assim, pode também tirar partido da paisagem de carro, iniciando no Porto e a partir de gaia escolher a EN222, conforme mencionado acima (até ao Pinhão são cerca de 2 horas). Aconselho parar por vezes para admirar a paisagem e a natureza envolvente.

    O Aeroporto mais perto é o mesmo que serve a cidade do Porto – Aeroporto Francisco Sá Carneiro (OPO).

  • Cracóvia pelo Natal

    Cracóvia pelo Natal

    Este ano o destino de Natal escolhido foi Cracóvia, na Polónia. Um destino muito rico em história e locais de interesse para explorar.

    O Natal é uma das épocas mais especiais também, havendo iluminações, música e mercados tradicionais com música, comida e alguns itens tradicionais. Vários pontos da cidade foram eleitos como mais icónicos ou ainda fazem parte do património da UNESCO.

    Rynek Główny

    A principal praça do centro da cidade é onde encontramos o mercado de Natal e é o local onde mais se vive o Natal.

    Árvore de Natal

    Impossível ficar indiferente àquele que é o principal ícone da praça. Frente à Basílica de St. Maria, este enorme abeto natural que se ilumina á noite foi considerada pela Time Out como uma da árvores mais icónicas do mundo.

    Além da árvore iluminada, há também outros locais, como o partilhado abaixo, ideal para algumas fotos também.

    Mercado de Natal

    O mercado de Natal em Cracóvia é um local obrigatório para passar. Sopas quentes, enchidos, comida típica como os Pierogi com vários e diferentes recheios num ambiente alegrado pelo aroma de vinho quente. Além de comida, aqui também se encontram as decorações típicas da época ao som de alguns sons de Natal ou tradicionais.

    Algumas das decorações de Natal o mercado.
    Presépio no Mercado de Natal de Cracóvia

    Sukiennice (Cloth Hall)

    Um local onde desde sempre houve trocas comerciais, este é um local que ainda hoje funciona como mercado, sendo que na época de Natal é habitual ver vários ornamentos à venda e alguns trajes típicos polacos. Este espaço é também património mundial da UNESCO.

    Wokół Szopka Festival

    Os presépios de Cracóvia são bastantes populares e este ano era possível ver vários em cerca de 30 localizações diferentes. É possível aceder ao mapa com todas as diferentes localizações.

    Decorações e iluminações pelas ruas

    O Centro Histórico de Cracóvia é património da UNESCO desde 1978. A iluminação pela cidade, tem como inspiração tapeçarias do Castelo de Wawel. Além da praça já aqui referida faz parte outros locais do centro da cidade que por esta altura do ano se “vestem” também a rigor.

    É possível também admirar várias decorações e iluminações dos estabelecimentos como restaurantes e bares.

    Choinki pod Choinkę

    Não tenho a certeza que seja mesmo algo tradicional mas num dos dias, aquilo que parece a iniciativa de uma rádio local – trata-se de um espetáculo musical, neste caso em Mały Rynek.

    No final, vi imensa gente com o seu abeto (de Natal) no tram ou até mesmo de bicicleta.

  • Palma de Maiorca: férias com praia e cultura!

    Palma de Maiorca: férias com praia e cultura!

    Palma de Maiorca, é a capital daquela que é a maior ilha das Baleares (Espanha). Maiorca é sobretudo conhecida pelas suas praias de água cristalina a perder de vista, por entre Calas que se enchem todos os anos no verão.

    Mas além das praias, a ilha tem muito mais para oferecer, sobretudo àqueles que preferem descobrir mais sobre a parte histórica e cultural.

    Centro Histórico de Palma de Maiorca

    Catedral de Palma de Maiorca (La Seu)

    Um dos pontos a não perder para quem estiver de visita a Palma de Maiorca. Construída no Sec XIII, esta foi ampliada e restauradas ao longo dos anos. uma das característica amais populares são as enormes rosáceas.

    Saiba que…
    Mesmo antes de aterrar no aeroporto, é possível ver logo esta imponente catedral dependendo onde se senta no avião.

    Em 1903 Gaudí esteve envolvido na restauração da catedral de Palma de Maiorca, no entanto quem adorar a arte de Gaudí poderá sair com as expectativas defraudadas. Apesar de bela, nada tem a ver com a Sagrada Família de Barcelona. Para entrar o melhor será comprar o ingresso de antemão e evitar filas (link afiliado).

    Catedral La Seu do lado esquerdo e Palacio Reial de L’almudenia do lado direito

    Além da catedral, propriamente dita, a zona envolvente tem alguns pontos que acabam por ser interessantes, como o S’Hort del Rei ou o Palau Reial de l’Almudaina. Da própria Plaça de La Seu observamos o mar e o Parc de la Mar mesmo em frente.

    Parc de la Mar
    Museu Diocesà
    Museu Diocesà

    Contudo, além da catedral, mesma praça são muitos os pontos que merecem a paragem para admirar a beleza das construções e saber mais da história da cidade. Ali logo ao lado tem o Palau Reial de l’Almudaina, Parc de la Mar, Museu Diocesà e os Banys Àrabs (banhos Árabes).

    Um dos pontos mais próximos ainda à catedral é o Palau Reial de l’Almudaina. Construído em 1309, este foi residência dos Governantes Árabes e mais tarde residência dos reis espanhóis. É visível um anjo no cimo do palácio, mais concretamente o Arcanjo Gabriel patrono da cidade. É por isso também conhecida a torre, como La Torre del Angel.

    Arc de la Drassana Reial

    Continuando o itinerário junto ao Palácio em direção à Plaça de la Reina, encontra-se logo o S’Hort del Rei – o local perfeito para uma pausa sob a frescura verdejante enquanto se ouve a água das fontes circundantes.

    Centro da Cidade de Palma de Maiorca
    Plaça de la Reina

    Llotja de Palma

    A zona próxima da catedral, tem vários edificios que merecem a atenção. O Consulat del Mar/Governo de les Illes Baleares e a Llotja de Palma são alguns deles.

    Govern des illes Balears
    O jardim que divide o Consulate Del Mar de LLotja del Palma

    A Llotja de Palma foi construída entre 1426-1447 para ser a sede do Col.legi de la Mercaderia (Colegio dos Mercadores). Naquela época, Maiorca era um importante enclave económico e ponto comercial no mar Mediterrâneo. Este continua a ser um dos edificios mais importantes da ilha e também mais bonitos, enquadrando o seu estica no gótico civil maiorquino. Infelizmente por estar em obras não foi possível visitar o interior.

    Llotja de Palma de outra perspetiva

    Carrer de Colom

    Uma das principais ruas de Palma de Maiorca, une o Ajuntament de Palma (Camara Municipal) à Plaça del Marquès del Palmer muito próximo da Plaça Major. É aqui que se encontram as contemporâneas lojas fast fashion com as mais tradicionais.

    Um dos edifícios mais emblemáticos desta rua é o Edificio Can Forteza Rey. Este foi idealizado por José Forteza Rey Aguiló, joalheiro maiorquino, é um dos que mais se destaca, por fazer lembrar o estilo modernisto de Gaudí.

    Praias

    A ilha no geral, tem das praias mais bonitas: com água transparente e cristalina de um azul turquesa de tirar o fôlego. Ainda que as mais famosas “Calas” não sejam nesta zona, vale ainda a visita.

    Não esquecer, que as medusas são uma constante e que conseguem passar facilmente despercebidas.

    Palmanova

    Magaluf

    Uma praia de 1km de areias brancas e água cristalina com a Illa Sa Porrassa à vista, torna-a uma praia muito concorrida.

    Pode não ser a praia mais idílica da ilha, mas a proximidade dos hotéis torna-a muito popular sobretudo entre famílias.

    Infelizmente devido à sua popularidade nos meses altos, é frequente os relatos de como a praia fica suja.

    Praia de

    Mercados

    Mercat Municipal de Santa Catalina

    O Mercat de Santa Catalina é um dos mercados que encontram na cidade – peixe e frutas frescos, queijos e flores incríveis (incluindo peónias!) tem de tudo um pouco este mercado.

    Um pouco por toda a ilha, existem feiras e mercados para todos os curiosos ou que apenas procurem produtos mais frescos do dia.

    Entretenimento

    Parques temáticos

    Muitos são os parques para entreter desde os mais pequenos aos mais graúdos. Segue a lista de alguns mais famosos:

    • Katmandu Park
    • Pirates Adventure Dinner Show
    • Western Water Park

    Vida Noturna

    Os principais clubes de vida noturna, iniciam a sua atividade, apenas em Maio, quando começa também a época alta na ilha. Alguns dos locais mais famosos para um copo ou dançar são:

    • BCM Planet Dance
    • Coco Bongo

    Estadias: onde ficar?

    A minha estadia foi num dos Globales, neste caso Globales Mimosas com tudo incluído. Este hotel fica perto da praia de Palmanova, sendo por isso mesmo, a que mais frequentei. Tem também paragens de autocarros muito perto, com ligação ao centro da cidade. O hotel tem todas as comodidades, sendo sobretudo frequentado por ingleses e com alguma animação noturna.

    Veja abaixo várias opções de estadia para Palma de Maiorca (link afiliado)

    Gastronomia

    Como o regime do hotel foi de tudo incluído, não fiz nenhuma das refeições fora de lá. Ainda assim não foi possível resistir a trazer umas Ensaïmadas – um doce típico desta zona e absolutamente delicioso (experimentem os de Gila).

    Além destas, existem outros pratos típicos: Greixonera de Peix, flaó, Frito Mallorquin.

    Como chegar? Transportes?

    Marcamos esta viagem por via de uma agência, a Welcome Viagens. A agência tratou de tudo, bilhetes de avião, estadia e transfers. Os voos foram marcados pela Ryan air e por lá os poucos transportes que apanhamos foi apenas autocarro e tudo correu bem.

    Em suma, para explorar a ilha e outros locais, incluindo outras praias, definitivamente o melhor será alugar carro – há várias opções no localrent (link afiliado). Sem dúvida que na próxima vez que voltar, terá de ser com mais tempo e com carro para ver mais do que a ilha tem para oferecer.

    Abaixo podem consultar o mapa com todos os locais mencionados, para que possam desfrutar da cidade.

  • Descubra Viena: 15 locais para visitar!

    Descubra Viena: 15 locais para visitar!

    Situada na zona leste da Áustria nas margens do rio Danúbio, esta é uma cidade na qual encontramos arte a cada esquina. Nomes que se destacaram em diversas áreas como Klimt, Strauss, Mozart ou Freud nasceram ou passaram por aqui.

    As ruas dividem-se entre edifícios históricos alguns já do tempo do império austríaco e austro-húngaro incluindo palácios e museus, tornando este um destino imperdível!

    Wiener Staatsoper (Opera)

    A Ópera Estatal de Viena foi um dos locais que mais me recomendaram – em especifico ir ver Ópera numa das noites. Quer seja para assistir a um dos espetáculos ou não, é impossível ficar indiferente à beleza deste edifício e à área envolvente.

    Stephansdom (Catedral de Santo Estêvão)

    Este foi um daqueles pontos que me deixou “uau” logo na primeira estação em que saí do metro. A Catedral de Santo Estevão está situada bem no centro da cidade e é sem dúvida um dos pontos obrigatórios a visitar.

    Esta catedral foi construída sobre as ruínas de uma antiga igreja românica datada de 1147, sendo que dessa se conserva apenas a Porta dos Gigantes e as Torres dos Pagãos. A torre de 137m em formato de agulha aliado ao telhado de azulejos, que tiveram de ser restaurados após a II Guerra Mundial, marcam este edifício único na cidade!

    Telhado que conta com 250 000 azulejos.

    A entrada na catedral é gratuita, no entanto alguns dos espaços está reservada sendo necessário pagar bilhete para visitar.

    Centro Histórico de Viena

    Aqui um dos monumentos que mais salta à vista é o Pestsäule, um memorial em mármore, bronze e cobre dourado erguido após a epidemia da Grande Peste de 1679.

    O centro histórico liga muitos dos pontos de interesse, além de ser onde encontramos várias lojas para compras, desde as luxuosas Hermés ou Louis Vuitton e a acessível H&M.

    Peterskirche (Igreja S. Pedro)

    Ainda no centro histórico, destaca-se uma igreja que quase passa despercebida por entre os prédios – a St. Peterkirche (Igreja de São Pedro). Uma igreja do Séc. XVIII em estilo barroco. A entrada é gratuita.

    Palácio Belvedere

    Palacio Belvedere

    Este é um dos palácios que faz parte da tríade de palácios mais famosos em Viena. Inicialmente construído como residência de verão do Príncipe Eugenio de Saboya, este alberga hoje em dia um museu de arte.

    Saiba que…
    Aqui é onde se encontra a maior coleção do mundo de obras de Gustav Klimt, incluindo ” O Beijo”.

    Palácio Schönbrunn

    Um pouco mais fora do centro da cidade, encontra-se aquele que tinha mais curiosidade para visitar – o Palácio de Schönbrunn. Datado do século XVII, este era a residência de Verão que a família imperial mais frequentava.

    Infelizmente, os jardins e os labirintos ainda não estavam floridos, ainda assim vale a pena visitar todos estes locais.

    Fonte de Neptuno

    Além do edifício do palácio em si, neste local encontramos o Tiergarten que é o jardim zoológico mais antigo do mundo, a imponente Fonte de Neptuno e a Glorieta.

    Estes últimos ficam numa zona mais alta, sendo que a vista para o palácio desde a Glorieta é absolutamente fantástica.

    Glorieta
    Pormenor fachada Glorieta
    Uma das vistas mais bonitas da cidade, desde a Glorieta para o Palácio de Schonbrunn.

    Palácio Imperial de Hofburg

    O último dos palácios mais famosos da cidade é o de Hofsbrug, tendo sido este residencia dos Habsburgo durante mais de 600 anos. Aos dias de hoje, esta é a residencia e local de trabalho oficial do presidente austríaco.

    Estátua Equestre Erzherzog Karl com o edificio da camara (Rathaus) no horizonte

    Na frente do palácio, a Heldenplatz está associada a marcos não muito felizes da história, especialmente ao discurso de Hitler sobre a entrada da Áustria no Reich alemão em 1938.

    Rathauplatz

    Após ver o palácio de Hofburg já com a noite a cair, vimos ali não muito distante o edificio neogótico da Rathaus der Stadt Wien – o edifício municipal de Viena.

    Logo em frente localiza-se o Rathausplatz, uma praça que alberga vários eventos ao longo do ano incluido mercados de Natal (Christkindlmarkt) ou patinagem do gelo (Wiener Eistraum). Inclusive em Março, na época que visitei ainda estava a Wiener Eistraum onde se juntavam muitos para um final de dia entre amigos ou família.

    Michaelerplatz

    Esta é uma das outras entradas do complexo do palácio de Hofburg. Desta forma dá para ter uma ideia da grandiosidade do complexo. Esta entrada inclui a Spanische Hofreitschule, escola de equitação famosa pelos seus espetáculos com cavalos Lipizzaner.

    O Museu de Sisi Hofburg Wien assim como o Kaiserliche Schatzkammer Wien (tesouro imperial) encontram-se aqui neste local. Ao entrar pelo arco principal, encontra-se uma outra praça. Várias estátuas rodeam-na, em tons brancos e ainda uma central do imperador Franz I.

    Stadtpark

    O Stadtpark de Viena, inaugurado em 1862 foi o primeiro parque urbano público da cidade.

    Aqui além do lago e espaços verdes, encontra-se o Kursalon Hübner, um edifício inaugurado em 1867 e a estátua de Johann Strauss II.

    Karlskirche

    Karlskirche

    Resultado de uma promessa de Carlos VI em 1713, esta foi erguida em homenagem a São Carlos Borromeo, aquando da grande peste que assolou a cidade. A sua construção começou em 1716 e terminou em 1737.

    Um símbolo da resistência da cidade perante tempos difíceis, além de igreja no edifício orgaizam-se vários concertos de música clássica, sobretudo de Bach e Vivaldi.

    Naschmarkt

    Um mercado ao ar livre onde é possível encontrar fruta, vegetais, carne, peixe, queijo entre outros. Além destas bancas de venda, existem também alguns restaurantes – no meu caso um deles foi mesmo para num dos dias experiementar o famoso Wiener Schnitzel ao almoço.

    Naschmarkt

    Burggarten

    Este é um um jardim localizado nas traseiras do palácio de Hofburg. Neste jardim encontra-se uma estrutura de ferro e vidro que alberga o Palmhaus, uma antiga estufa transformada num café e Schmetterlinghaus (Casa das Borboletas).

    Kärntner Strasse

    Uma rua maioritariamente de comércio e de edifícios históricos. Aqui encontram-se vários tipos de loja, desde as tradicionais até às das marcas mais contemporâneas.

    Florista na esquina da Kärntner Strasse com a Marco d’Aviano-Gasse

    Esta rua começa proximo na Karlsplatz, passando a Opera (onde passa a ser apenas pedonal) prolongando-se até pouco antes da Catedral de Santo Estevão (Stephansdom). Pela rua além das lojas v\ao-se encontrando outros edifícios iconicos, tais como:

    • Wiener Staatsoper (Ópera estatal de Viena)
    • Katholische Malteserkirche St. Johannes der Täufer (Igreja ordem de Malta);
    • Casino Wien
    • Hotel Astoria Wien

    Prater

    Por último, não poderia faltar o Prater onde se encontra a Wiener Riesenrad, a roda gigante construída em 1897 e ainda em funcionamento.

    O parque fica um pouco mais fora do centro e é um parque de diversões, nesta viagem ficou fora do meu roteiro. Ainda assim não podia deixar de o mencionar, pois sem duvida e um dos ícones da cidade e presente em vários postais. No site do parque existe uma lista com as várias diversões e restaurantes do recinto.

    Restaurantes, gastronomia & estadia

    Claro que em Viena, não poderia deixar passar de experimentar o Wiener Schnitzel, que nada mias é que algo muito semelhante ao panado de cá e o Apfelstrudel.

    O Schnitzel, acabei por experimentar num dos estabelecimentos do Naschmarkt e o Apfelstrudel no Demel.

    Aliás recomendo muito, num dos dias, fazerem a experiência do pequeno almoço no Demel. Não seria barato, mas a experiência vale muito a pena. O melhor é ir com calma, já que acabar por se aglomerar bastantes pessoas.

    No que concerne a estadia, fiquei alojada num AirBnB na periferia, onde facilmente chegava de transportes públicos, na zona de Geiselbergstrasse.

    Como chegar a Viena e transportes?

    Voos diretos do Porto, tornam a visita mais fácil. Neste caso, reservei voos com a Ryanair de ida e volta.

    Já em Viena, comprei o Vienna City Card (no meu caso escolhi 48horas de transportes públicos) e instalei a app iVie. Na app consegue-se aceder de forma fácil ao bilhete digital, ver o mapa da cidade, meteorologia. É bastante útil !